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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Os Pobres e a Favela


     
Os Pobres e a Favela
    Num post anterior falava sobre as diferenças entre Pobre e Ricos, pois bem, hoje vou falar só sobre os pobres de uma favela aqui do Rio de Janeiro.
    Vocês todos já sabem que a polícia entrou em muitos morros para a instalação de UPP, em seguida vinha os órgãos governamentais para elaborar as de obras de infraestrutura: água, luz, saneamento etc.... A minha empresa estava participando de uma destas obras e enviou uma equipe para lá para tirar fotos e conversar com os moradores e eu estava nesta equipe apesar de não esta participando do projeto, entrei em todos os becos, ruelas e casas e vi muitas coisas por lá que irei relatar agora.

    Chegamos lá de manhã cedo, os trabalhadores estavam descendo a favela para trabalhar, mas o fato que era mais estranho e que 80% dos trabalhadores eram mulheres na maioria negras e nordestinas que iriam trabalhar de domesticas, balconistas e camelôs... Naquele lugar só as mulheres trabalham, e os homens onde estão? Foi essa pergunta que fiz a mim mesmo, e a resposta estava logo ali na minha frente, nos botecos. Alias o que você mais vê em uma favela são botecos abarrotados de homens logo de manhã cedo, enchendo a cara de cachaça.
    Nas casas que visitamos quem nos atendia sempre eram os homens, porque enquanto as mulheres trabalhavam eles ficava em casa tomando conta das filhas e enteadas (filhas de um relacionamento anterior dessas mulheres) e não era por falta de emprego, pois precisávamos de muita mão de obra e não conseguimos preencher todas as vagas, simplesmente porque os homens de lá não querem trabalhar. Vocês devem ser perguntar, será que eles também querem ter liberdade financeira ? Não. São vagabundos mesmo, só querem moleza, grande parte deles se beneficiam do bolsa família, e direta e indiretamente do tráfico. Por exemplo depois que a policia passou a ocupar os morros à freqüência de compradores de drogas diminuiu e a venda de caixas de cerveja diminui causando prejuízo para os distribuidores locais, por isso eles não gostam que a policia esteja por perto.

    As favelas são um antro de promiscuidade entre os adolecentes, as conversas entre as meninos e meninas giram em torno de sexo, drogas e funk, há uma legião de grávidas no local. Vi duas negras enormes de gordas (parecia aquela família Fat Family) que faziam pole dance em um poste de madeira e chamavam o nosso guia (presidente da associação de moradores) para fazer sexo com elas. Álias grande parte das mulheres de lá são gordas, já que comem todos o tipos de porcaria que se pode imaginar, macarrão com linguiça, pão com sebo, bacon, torresmo, chouriços e etc....
   E o cheiro do local é insuportável o esgoto correndo pelas ruas, lixos, restos de comida e macumba pra tudo que é lado, dentro das casas há o cheiro de mofo nas salas, cheiro de panela suja nas cozinha e o forte cheiro de mijo e coco nos banheiros.
   Numa outra favela foram feitas áreas de lazer pro povo de lá, mas em menos de 1 ano tava tudo destruído, banheiros quebrados, coco nas piscinas olímpicas e equipamentos roubados.
   O povão de lá são mau educados, violentos e só falam palavrão, eles gostam da bagunça e no fundo não querem as melhorias, porque vão acabar com a moleza deles e os “gatos” nas redes elétricas. Enfim sai de lá e espero nunca mais voltar.
   As UPP’s foram feitas não para proteger o povo da favela, mas para proteger o povo do asfalto e a minoria de gente descente que é obrigado a viver lá.

    Desculpe os blogueiros de plantão que esperavam que eu fosse falar de investimentos, mas este assunto estava engasgado na minha garganta, porque já estava de saco cheio de ver a imprensa falar de maneira romântica das favelas, do samba e do tal funk do bem...aliás todos funkeiros que dizem que são do bem, são os mesmos que fazem as musicas de apologia ao tráfico.